Florais

As essências florais têm uma longa história abrangendo várias culturas diferentes. Na época de Cristo elas eram usadas para curas medicinais. De fato, muitos livros citam que as essências florais eram amplamente usadas nas antigas e tão conhecidas civilizações como a Lemúria e a Atlântida.

Outras culturas, entre elas os Egípcios, Malaios e Africanos, usavam flores para tratar seus desequilíbrios emocionais. No folclore Europeu há registros sobre as propriedades curativas das flores desde a Idade Média.

No século XVI o grande curador e místico Paracelsus recolheu orvalho das flores para tratar os desequilíbrios emocionais de seus pacientes.

Em 1930,o inglês Dr. Edward Bach , depois de trabalhar como bacteriologista num hospital de Londres encontrou na homeopatia uma nova forma de abordagem nos tratamentos, obtendo a cura para diversos sintomas.

Inspirado pelo trabalho com a homeopatia Edward Bach foi morar numa fazenda na floresta de Gales. Descobriu sua sensibilidade pelas flores e pesquisou, identificou e catalogou 38 flores silvestres e escreveu os fundamentos de uma nova Medicina.

De volta à civilização, verificou na prática a eficácia dos medicamentos florais e compreendeu a grande ajuda que poderiam dar à humanidade doente. Seus efeitos foram reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde em 1976, e se constitui de grande ajuda nestes momentos de transição.

Consiste basicamente na utilização de estoques de medicamentos extraídos das plantas por diferentes técnicas e posteriormente diluídos em água mineral e brandy ministrados ao paciente em gotas ou doses únicas mediante o diagnóstico por um experiente terapeuta para que realmente resulte em rápidos e eficazes efeitos.

Hoje existem vários sistemas florais tais com Saint Germain, Minas, Joel Aleixo, Mata Atlântica, Alquímicos e outros.
A Terapia Floral não tem a pretensão de invadir espaços na Medicina Tradicional, ao contrário, ela veio para dar continuidade nos processos de pesquisa da ciência.